Este é um documentário absolutamente imperdível aos fãs do gênero, que mesmo com uma ou outra queixa, é de arrepiar. E para aqueles que não são muito chegados, vale também a curiosidade, e quem sabe até a quebra de esteriótipos. E sintam só o "elenco" do filme: Tony Iommi, Dee Snider, Slayer, Alice Cooper, Vince Neil, Bruce Dickinson, Ronnie James Dio, Cannibal Corpse, Lemmy, Geddy Lee...E o melhor de tudo é que a continuação, "Global Metal", já está sendo produzida. E o Brasil é um dos destaques (as entrevistas já foram até gravadas por aqui). Próximo ano temos mais coisas boas por vir. "Sam Dunn é um antropólogo com 30 anos de idade. Ele também é um fã de metal de longa data. Depois de anos estudando culturas diversas na Universidade, Sam vira o seu olhar acadêmico para algo ainda mais familiar e embarca em uma viagem épica no coração do heavy metal. A missão dele: entender por que o metal é constantemente estereotipado, repelido e condenado, mesmo enquanto a tribo que resistentemente o ama mantém-se firme, difundindo a palavra, mantendo a fé, e adotando estilos e atitudes que vão além da música. Sam visita marcos do heavy metal, lugares como L.A.'s Sunset Strip, as ruas sujas de Birmingham, o calor do Wacken Open Air e as florestas escuras de Noruega. No caminho, os dois lados de Sam Dunn, o antropólogo curioso e fã dedicado, se encontram. Sam explora a obsessão e relação do metal com sexo, religião, violência, morte, satanismo, conhece os seus heróis, e descobre algumas coisas sobre a cultura que nem ele mesmo pode defender.
Parte documento social, parte celebração de um tipo de arte mal-entendida, este documentário é o primeiro de seu tipo: uma chance para os fans de metal falarem e uma janela numa cultura que é mais complexa do que parece. "

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